Bem Vindo!

Bem Vindo!

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

bye.

Senti que estava frio, mas no entanto confortei-me no teu calor. O calor dos teus braços rebaixava todo o meu ser, deixava-me submerso em pensamentos, e imerso em mágoas.
Naqueles dias o meu ego havia aumentando sem saber que as minhas esperanças iam desaparecendo, sentia que tudo era como queria, mas sabia que um dia isso iria acabar. Deixaste-me preso em buracos, a partir daqui, flutuo no espaço vazio que tu criaste entre nós.

domingo, 12 de dezembro de 2010

the day and the universe

Era o dia das maravilhas, o dia que nunca chegara
Era o dia que jamais me tocaria, o dia que nunca para.
Era o dia que nunca me julgaria, mas era o dia que rápido partia.
Era aquele dia que só aparecia em sonhos, fantasias e histórias
Só ele me me dava de volta as memórias.
Varias vezes caminhei por ele, mas nem tudo aparecia.
De repente tudo cai a minha volta,
A Terra parou, o Universo ganhou.

O Universo é lindo, lá não existe dia
A toda a hora para la o meu olhar partia
Lá via estrelas, quem me dera ter algumas e poder escolhe-las.
No Universo não existe nada que se conheça aqui
É tudo tão lindo, confortável e silencioso,
Mas de tão lindo ser, é extremamente perigoso
Um dia quero ir lá, ver as estrelas (...)

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Lovely.

Não existe amor sem mentira, não existe atracção repentina sem motivo. Tudo existe quando nada pode existir, e nada pode existir quando existem motivos para existir.
O amor é uma variante do nada, apela a todos aquilo que causa, dorme ao nosso lado e levantasse connosco. Se te perguntar porque amas, podes até explica-lo, mas nunca vais explicar ao certo o que é amar. Eu amei e amarei, chorei ao adormecer, e mais uma vez, deixei-me levar ao acordar, as nuvens carregadas de ódio acompanhavam-me nos dias, nem um raio de sol…a alegria havia-se extinguido, a tristeza tinha subido ao trono, as lágrimas inundavam os caminhos e o silencio tomava já conta de tudo. O que era? O que foi? O que é? Por certo é o lado negro do amor, aquele que odiamos, afastamos mas mesmo assim, não nos larga. Já à tempos que não sentia vida, já à tempos que não tinha aquilo que queria.
Será repetitivo pedir-te que não me largues? Nunca mais existirão cordas que nos amarram, jamais haverá simplicidade, verdade e irmandade. Tudo o que existe é negativo.
A alma perdida diz… reza pela tua vida, esforça-te nela, procura o amor, mas se não o encontrares, faz uma coisa, ama-te e vive. 

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

need someone

A melodia espalhava-se por mim enquanto pensava em ti, ficava de rastos.
Batias-me bem fundo, magoavas-me mesmo lá dentro.
Foste tu que me fizeste largar cascatas, foste tu que me fizeste fazer tudo. Foste tu que me trancaste num quarto do qual agora não sei sair.
Por tua causa, eu chorei, por tua causa as minhas feridas não são possíveis de curar, serão enormes cicatrizes para o resto da minha vida, cada uma delas com uma história nossa, mas todas diferentes. Achas bem? Tiraste-me tempo de vida. Irás um dia, perceber, como todas as pessoas que me magoaram perceberam. Um dia vais-te magoar e vais-te lembrar. Vais ter raiva de tudo o que estás a ler, vais ter raiva de mim, mas desculpa. Neste mundo, que, sei lá, visto por nós é tão grande mas visto de fora é a coisa mais pequena de todo o universo, não se pode confiar em ninguém. Eu, tu, nós, vocês, eles…tiveram sorte de cá estar neste momento. Quanto a todos vocês neste mundo não sei, mas Eu, não vou perder mais tempo. Tenho anos para viver, vou aproveita-los, pois provavelmente esta é a única oportunidade de cá estar. Vocês, deviam de fazer o mesmo. Todos nós somos sortudos.

Será algum dia possível amares me de verdade? Será possível dares-me conforto? Saudade? Eu digo…amor?! Neste momento, quero um quarto deserto, pequeno, fechado, escuro, com uma mesa e um candeeiro. Em cima dessa mesa, quero um caderno e ao pé desse caderno, quero uma caneta. Um cigarro, e uma noite a escrever as folhas.

domingo, 31 de outubro de 2010

Nothing, just all of us.

Medo, é o que sinto hoje. Não é medo de estar sozinho, é medo de encarar o nada à minha volta. É medo de não ter a protecção que acostumamo-nos a ter, sabes…?
Mas sim, está tudo bem dentro e fora de mim, lá fora, ora chove, ora faz vento, cá dentro, tudo igual, escuro, iluminado, barulhento e silencioso.
Hoje senti saudades tuas, do teu toque, e do teu beijo que quase nulo foi, depois, do teu olhar que foi sempre fixo em mim, mas tudo mudou, eu mudei e tu mudaste. As nossas vidas deram voltas, nós caímos e levantamo-nos, eu principalmente…mas mais ainda, foi o que eu chorei. Chorei por não te ter, chorei por…tu sabes. Hoje, escrevo e escrevo, e quando olho para o papel, o texto parece não ter crescido, o que nos outros dias, não acontece, nos outros dias, ele cresce e cresce sem fim. Desculpem, mas hoje estou naqueles dias que quero escrever mas nada me sai. Estou desanimado com não sei o que, por hoje só vão ler isto de mim, estou triste, necessito de alguém, se é que me faço entender. Obrigado pelo apoio que tem havido pelo meu blogue. Agradeço-vos muito. Beijos e abraços. 

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Without you

Sem ti não sabia viver, sem ti não saberei viver, sem ti, que não sei quem és, quem serás, sei viver. Preciso tanto de ti, como uma flor precisa de água e de luz, sem ti, que me dás cor à vida, sem ti que sabes colorir o meu sorriso. Sem ti que me dás vontade de viver, sem ti sempre ao meu lado, apenas não saberei estar no Mundo.
Sem ti para dar um beijo, um abraço, uma palavra, sem ti para chorar.

Sem ti para dormir e acordar,
Sem ti para sentir e
Sem ti para me achar.
Sem ti para me cativar

Achas que algum dia vai acabar?

Nunca, pois sem mim vais estranhar.
Vais estranhar tanto como eu, vais achar-te sozinha no Mundo, pegando no Horizonte todos os dias, contando os minutos que parecem nunca passar. Vais desenhar e escrever o Amor que sentes, tal como eu. Sem ti vou-me sentir sozinho, e sem mim vais pelo mesmo caminho. Preciso tanto de ti como tu de mim, dependemos de um olhar ou de uma palavra. Sem ti achas que vou seguir caminho? Nem mais um passo saberei dar, vou cair e nunca mais levantar. Vou chorar pelas minhas feridas que jamais serão curadas. Vou-me arrepender pelo facto de te dar tanta atenção. Vou pegar no Horizonte e vou esmaga-lo, como se nada tivesse existido, vou começar sem ti e acabar sem ti. Vou chorar oceanos, vou caminhar planícies, e nunca mas nunca te vou encontrar.
Tanta palavra seguida tira-me um peso de cima, tanta raiva me alivia.
Este peso é surreal, os meus olhos são toneladas de memórias, são rios, são tristeza e felicidade, os meus olhos, não são nada mais que os teus. São aquilo que precisamos para captar cada movimento e gesto, são aquilo que te deixam lembrar de mim.
Se me permites que diga, sei tão bem do que falo que nem sei o que digo, ninguém sabe do que fala por muita razão que pense ter, nada é objectivo. Tudo gira à nossa volta e a cada segundo ou menos, tudo muda, como nós dizemos - tudo muda numa fracção de segundos – mas quando eu digo tudo, é mesmo tudo.
Hoje não vou chorar nem me vou contorcer nos lençóis, vou ser forte, ou simplesmente não. Nada me cicatriza este corte. Será que um dia viras ter comigo?

Sem ti vou dormir e amanhã acordar, a rotina será sempre igual por enquanto, sempre, sem ti


Boa noite, e obrigado. *

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

You make me suffer.

Hoje, sentei-me na estação, à espera que o comboio chega-se, mortinho por chegar a casa, cansado do corpo e da cabeça, era mais um dia de escola terminado.
Ao meu lado, vejo uma cara infeliz, uns olhos azuis que chamariam a atenção de qualquer pessoa, uma expressão triste. Tinha-lhe perguntado as horas pois não tinha relógio, ele respondeu-me sem problemas, eram 16:18.
Eu estava mesmo muito cansado, descansava os olhos, abria-os, olhava em redor, enfim, nunca mais o comboio chegava.
Esse rapaz, estava cada vez mais tenso e tinha na mão uma cartolina vermelha. Na mesma, tinha um coração, não perfeito, mas era um coração, desenhado a caneta, e com o fundo vermelho, como a cartolina. O pobre rapaz que mostrava ter 13/14 anos, lentamente pôs a cartolina direita, e rasgou-a ao meio, mesmo pelo meio do coração desenhado. Ele sentiu dor, e eu senti com ele, percebi o seu sofrimento, e vi sua tristeza. Enquanto rasgava mesmo muito lentamente aquela “carta”, forçava os seus olhos para não chorar, mas que valeu a pena rapaz? Nunca devemos ter vergonha de chorar, seja onde for, ninguém nos deve julgar. Não te deixes levar por um Amor perdido, terás muitos mais, uns melhores que outros. Apenas naquele momento me vi ao espelho há uns anos atrás. Lembram-se de sofrer por Amor daquela maneira? Eu lembro, e ainda o sinto. 

domingo, 17 de outubro de 2010

Fear about everything.

Fascinavas-me, perturbavas-me, clareavas o meu caminho, escurecias os meus passos, adormecias a minha visão, calavas a minha voz, cheiravas a paixão, dizias que me amavas. Tudo isso foi um belo teatro em que tu, dominaste, magoaste, deixaste, largaste. Tudo o que nos juntou, eram papéis, toda a luz, holofotes, toda a tensão, cenas inacabadas, brincaste com o meu sentimento, agora eu devia de brincar com o teu, mas como poderia eu descer eu, tão baixo como tu? Nunca seria capaz de destruir algo que EU, teria construído. Das profundezas do meu coração, fui buscar memórias, memórias gastas, flutuando no espaço imenso que dentro de mim existe. Tive saudades, quando olhei aquela vista imensa, uma vista panorâmica extraordinária, pensei – se tudo é tão perfeito e bonito, porque tudo tem que ficar num espaço escuro infinito? Porque tudo se destrói, porque tudo se gasta, porque é que tudo desaparece das nossas vistas sem sequer nos ter deixado tocar-lhe? Será medo? –
Eu estava apaixonado por tanta beleza, estava feliz por respirar ar puro, estava feliz por ter natureza perto de mim, sentia-me confortável. Pelos meus pés caminhei, segui em frente esperando ter sorte, amei-te, amei-a, tive-te, tive-a, perdi-te, perdi-a, no meio de tanta multidão, nunca se sabe o que pode acontecer…temos que continuar a nossa vida, não está certo? O que eu tinha comigo? Nada, apenas medo. Queria fazer como os Super-Heróis, encher-me de coragem e ganhar à vida, derrota-la e no fim dizer-lhe – Querias-me dominar, mas quem dominou aqui, fui eu! – Mas quase sempre a vida nos derrota, sendo economicamente, ou emocionalmente, ou temos muito dinheiro e não somos felizes pois não temos ninguém que goste de nós verdadeiramente, ou não temos dinheiro mas temos quem goste de nós. As pessoas dizem sempre que preferem não ter dinheiro pois se tiverem amigos, estão bem, mas sem dinheiro ninguém sobrevive não é verdade? O dinheiro dá-nos segurança por vezes e medo noutras.
Mas sim, seguiremos pelo caminho sentimentalista, pois é bom ter quem nos oiça, quem nos veja e quem nos perceba. Até hoje, a vida trouxe-me felicidade, mas tenho sempre medo que um dia, essa felicidade vire a pagina…quem não tem?


domingo, 10 de outubro de 2010

Opinions

É isso, cada vez mais as pessoas desinteressam-se, cada vez mais as pessoas deixam de gostar das opiniões dos outros. Ninguém aceita o facto de algo estar mal, ou de algo ser impossível de realizar, e quando alguém opina dizendo que algo não dá dando as certas razões, as pessoas explodem completamente, dizendo baboseiras ou desprezando como se as opiniões certas que foram dadas, estivessem erradas, porque lá no fundo essas pessoas querem que aquilo se realize. Há algo de errado que está a acontecer na mentalidade das pessoas hoje em dia, e isso assusta-me profundamente, pois daqui a uns anos, ninguém poderá dar uma opinião sem ser atacado logo em seguida. Não deitemos as culpas no estado dos países pois isto tem a ver com as pessoas, elas apenas seguem outras e essas outras seguem outras, que no fim, as primeiras “outras” é que começaram com tudo. As primeiras “outras” tinham uma mentalidade estupidamente estúpida, sem senso nenhum, e essas são as culpadas pois levam “outras” pessoas por esses caminhos, e no fim, todas as pessoas tornar-se-ão as “Outras”, foi fácil de entender ou nem por isso? Eu explico, basicamente Gerações novas seguiram Gerações Estúpidas, e a primeira Geração Estúpida é a dos tempos de hoje. Custa-me que isso seja verdade, mas a minha previsão para o futuro, é esta mesmo, pessoas estúpidas, pessoas sem forças para combater um opinião, ou melhor, pessoas sem vontade de formular opiniões, e neste caso, irão seguir a lei da Inércia, não fazendo nada para defender as suas opiniões, vivendo apenas pensando que tudo será possível e que nada acaba.

Não se limitem a pensar que tudo é possível e que tudo será como vocês querem, porque a verdade é que isso não vai acontecer. Boa noite. *

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Why do we exist?

O planeta trata de fornecer vida a todos os seres existentes, de forma carinhosa e generosa. Os seres aproveitam-na ao máximo, excepto o ser Humano, que destrói.

 

Sim, excepto o ser Humano.

 

O ser Humano, é sem duvida o ser mais inteligente que habita este planeta, porque razão? Ninguém sabe. Mas apesar de tanta inteligência, o ser Humano não a sabe usar. Para os outros que cá habitam, Nós, seres humanos, somos invejosos, cruéis, e nem preciso de dizer como Nós somos para a Mãe Terra. Sim, eu digo “Nós”, pois todos nós contribuímos para a destruição, eu contribuo, e claro, quero muda-lo, pois cada vez mais me preocupo com este Pequeno Mundo. Há quem não ligue a isto, mas tentem só imaginar a relíquia que é, existirmos. Já que o Universo está em constante expansão (provavelmente), somos quase ou praticamente Ínfimos, somos pequenos, nem um microorganismo somos no Universo, nem sequer sabemos se existe vida noutro sitio qualquer, seja vida micro orgânica, vida de seres extremamente inteligentes, ou vida de seres no começo de uma Era. O sol é grande? Nem por isso, é uma estrela anã, existem Sóis cinco ou seis vezes maiores que o nosso, o nosso sistema é pequeno, no geral, não somos nada. Mas no entanto, existimos, o que é extraordinário! Pensem bem, não acham que deveríamos de nos proteger mais…?

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

The dreams, the Earth, me, us.

O sonho…o sonho baseia-se na imaginação que a nossa mente “produz” quando estamos num estado inconsciente, ou seja, a dormir. O sonho existe por várias razões, entre quais, o medo, a insegurança, o desejo/saudade, etc.

Todas as noites nós sonhamos, todas, sem excepção, às vezes lembramo-nos e nem de tudo nos lembramos, mas todas as noites nós sonhamos, pois a nossa actividade cerebral nunca para. É giro como funciona isto da nossa mente, mas agoniante ao mesmo tempo, pois nem todos os sonhos são agradáveis, e os demasiado agradáveis, baseiam-se em algo que desejamos bastante (dependendo do caso) e esse algo nunca nos será possível de agarrar.

O pesadelo..? O pesadelo é tudo o que escrevi, mas ao contrário.

Tanto eu como vocês, habitamos um ser, chamado Planeta Terra, sim um ser, porque para mim, se a Terra não fosse um ser, nada de hoje existiria. Talvez vocês pensam que ela não pensa, mas se não pensasse, não aconteciam catástrofes, não crescia natureza, a Terra, é o Ser mais esperto de todos nós, e não, ela não precisa de ter um cérebro como nós para saber mais que nós. (Peço perdão pela repetição de palavras.)
Para mim, a Vida é um sonho, a Vida é um tudo que é nada, porque em tanta infinidade do Universo, nós não somos nem um microorganismo, somos algo ainda mais pequeno, dá para imaginar? Na volta nem somos os únicos a “habitar” o grande universo, mas nem quero tocar muito no assunto, pois normalmente gera confusão.(Mas é mais que obvio que acredito que existe outras formas de vida por aí fora, pois nem dentro da Terra nós conhecemos tudo, quanto mais no Universo…) nunca ouviram dizer que o ser humano conhece melhor o espaço do que as profundidades dos oceanos? Sabiam que a probabilidade de acontecer uma falha a ir para o espaço ou a ir para o fundo dos oceanos é quase igual? Isso acontece pois nas grandes profundezas dos Oceanos a pressão é bastante violenta, pior que nos espaço. (Muito pior.) O Ser humano não é capaz de descer grandes profundidades pois o corpo não aguenta, e para isso, são criados mini-robos que filmas e recolhem alguns dos componentes que lá “em baixo” existem, sejam seres vivos, rochas, etc. A Fossa das Marianas é designado como o local mais profundo dos oceanos, atingindo 11.034 metros de profundidade, da para ter noção? Nem eu tenho bem noção, mas continuando, em 1969 dois mergulhadores chegaram aos 10.916 metros de profundidade, dentro de um…mini-subemarino? Sim um mini-subemarino, pena que não hajam fotografias nem filmagens, pois o espaço era mínimo lá dentro e as janelas eram algo como…do tamanho de moedas, sim eu iria me sentir com claustrofobia, obviamente! Mas esse foi o record até hoje (penso eu pelas pesquisas que fiz), esta a ser desenhado um Mini.robot que ira então, às profundezas da Fossa das Marianas e recolherá algumas amostras. Terá que se rum trabalho apressado pois o robot tem apenas 36 horas de “vida”, pois “alimenta-se” de energia eléctrica de baterias.

 Enfim, tudo isto para vos dizer que ainda me orgulho de alguma coisa neste Mundo, toda a gente protesta hoje em dia, eu também, protesto para mim, guardo para mim, guardo rancor, quando não devia, protesto contra politica errada, protesto contra violência, protesto contra Homofobia e atenção, protesto porque tenho o bom senso de saber que pessoa que é homossexual, é igual a tantos outros, e porque não tenho nojo do convívio com essas pessoas, e por amor de Deus, são pessoas perfeitamente normais! É o que mais abomino, é homofobia, e quem o é, é porque tem vergonha da sua sociedade, ok, tem vergonha de ter uma sociedade com homossexuais, é? Se convivessem com alguém homossexual durante algum tempo, iriam ver que consegue ser bem melhor amigo que certas pessoas. E se têm vergonha, façam o seguinte, vão embora… mas não têm muito por onde ir, porque…vão para os E.U.A? Têm homossexuais, China, também, Inglaterra? Também, até acho que todos os países, por isso, lamentam. Igualdade entre as pessoas é algo que falta muito, e vocês reparam nisto.

Enfim, desculpem, desculpem, hoje foi um dia de desabafo, visto que não escrevo à muito tempo, apeteceu-me falar sobre quem explora o mar, porque é tarefa difícil, mas também nada é fácil, mas enfim, é difícil e eles fazem-na bem, e uma ultima nota, parabéns à NASA por ter estado em total avanço desde que foi fundada. Quem é interessado por Astronomia (etc…) sabe do que falo, e claro, esperemos ver o Homem subir a Marte em breve não é? Ah e a Lua de novo! (Percam cinco, dez, quinze, vinte, trinta minutos ou até umas horas dos vossos dias, e dêem atenção a estes homem, que dão a Vida por nós, é isso mesmo, vejam o trabalho deles, não sejam “panhonhas”, pesquisem um bocado mais sobre estas coisas, vão ver o quanto divertido é puder saber falar sobre algo que outro alguém não sabe.) (visitem já agora o site da NASA: www.nasa.gov )

Não sei com o que sonho todos os dias, mas tenho um sonho sempre comigo, aproveitar a Vida que a Terra me deu, porque supostamente é a primeira e a ultima vez que cá “entro”, dêem valor à Terra, estudem sobre ela (não custa nada mesmo) pode não parecer, mas é ela a Nossa verdadeira Mãe e nós amamo-la como um Ser Grandioso, ou não?


Obrigado e desculpem, pois sei que este post não vai interessar a muita gente, mas tive que o escrever, apeteceu-me, Obrigado, Francisco Patrício. 

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Dreams and nightmares, wishes and real life.

Nas redondezas do meu olhar eu observava ódio, tristeza, rancor, terror, nas redondezas do teu olhar eu via infidelidade, falsidade, mentira e destruição.


Era mais um dia, estava feliz pois ia estar contigo, ansiava por este dia pois precisava de ti por vezes, apetecia-me ler os teus lábios, saborear as tuas palavras, queria ouvir-te dizer que me queres sem ter que te pedir, queria que precisasses de mim a cada segundo. Rapidamente cheguei perto de ti, do fundo da rua, mirei-te, sorri, vi-te sorrir também, meus olhos brilhavam, apesar de fazerem meros dias sem te ver, morria de saudades por ti. Aprecei o passo cada vez mais, o meu coração caminhava mais rápido que os meus passos, estavas ali, corpo e alma.
Mais quatro, mais três, dois, um - pensava eu - Zero!
Abracei-te como se não te visse à anos, beijei teu rosto, preguei os meus lábios de tal maneira, que mais parecia uma lapa. Olhei-te, agradeci-te – Obrigado por teres vindo, mesmo! – Tu sorriste, e respondeste – se custasse, não tinha vindo – e ambos nos rimos, enquanto os meus braços enrolavam se por trás do teu pescoço e os teus no meu.
Olhei-te mil e uma vezes, ficamos um bom tempo abraçados, o meu coração continuava como antes, acelerado, e disse – Se eu fosse uma planta e tu o Sol, provavelmente eu estaria morto, pois sem sol eu não faria fotossíntese, e nem sempre estou contigo, não achas? – Tu desataste a rir e coras-te… - és muito tolo, mas sim tens toda a razão! Mas porquê isso..? – Eu pensei para mim mesmo – foi a coisa mais idiota que disse a alguém na minha vida – enquanto estava ansioso… Eu olhei fixamente para os teus olhos, e disse – não sei... –  
Chego bem perto do teu rosto, dou-te o beijo que desejava dar-te…dura continuamente, enquanto damos as mãos e entrelaçamo-las umas nas outras, apertando com mais e mais força…

De repente, desfazes-te em pó nos meus braços, o vento leva-te para longe, o céu está avermelhado. Apareces à minha volta, por todos os lados como se houvessem ali espelhos, humilhas-me perante a natureza, fazes de mim lixo, gritas comigo, gozas comigo, ao mesmo tempo eu choro! Eu grito! Eu suplico-te que pares! – Volta por favor! –

Com uma força incrível, inspiro e acordo com uma dor horrível no peito, rapidamente sentei me na cama, senti tanto medo que nem sequer me levantei para acender a luz. Sentia a minhas mãos húmidas, não sabia o que era, apenas sabia que era algo viscoso, de um momento para o outro grito constantemente, a luz do meu quarto acende-se, eu vejo as minhas mãos cheias de sangue, de tal maneira gritava que acabara por rasgar as minhas cordas vocais, mais sangue caía sobre os lençóis desta vez, pela minha boca, repentinamente, vejo um vulto aproximar-se, peço perdão por alguma coisa, estava a morrer naquele momento, cada vez mais gritava, cada vez mais sangrava, tinha flashbacks de algo que não sabia distinguir, via multidão à minha volta, ou via um vulto apenas, tudo se trocava, via laminas e ouvia estrondos, via sangue, via medo, via terror, via morte, via feridos, via desgraça, mais uma vez, acordo ouvindo uma maquina fazendo um “Piiii” constante, parecia nunca mais acabar, não via nada, apenas sombras, parecia durar para sempre aquele momento, até que sinto fortes correntes eléctricas entrarem pelo meu corpo.

- UMA….Não está a ceder! DUAS!  *Enquanto se ouvia um ruído aterrador* TRÊS, Não cede! Seringa por favor! *constantes berros eu ouvia, ouvia alguém a falar, baralhava-me constantemente, de repente, sinto uma picada no braço direito* Vou dar a quarta, *de novo um barulho aterrador* – O “piii” que ouvira constantemente, estava agora salteado. – Sobreviveu! – Ouvia eu…

Abro os olhos, vejo quatro médicos em meu redor, um deles levanta as minhas pálpebras e aponta uma luz, abre-me a boca e tira-me o algodão que lá tinha, percebi rapidamente que tinha tido um ataque de epilepsia, mas não percebia o porque de ali estar. Enquanto os médicos me inspeccionavam, eu comecei a contar o que tinha sonhado, apesar de tudo, falava direito...expliquei tudo o que aconteceu, falei de pensar que tinha acordado e afinal estava dentro de outro sonho em que eu estava banhado em sangue, falei do sonho com ela, e pedi chorando, para ver alguém meu conhecido. Ele pede-me que me acalme e explica-me o sucedido, explicou-me o porque de eu estar no hospital, eu estava lá devido a uma rixa de rua, onde três amigos meus tinham morrido e outros ficaram seriamente feridos, tal como eu. Segundo o medico eu estava internado a três semanas, em coma. Em três semanas foi a primeira vez que abri os olhos, falei e ouvi. Todos os flashbacks que eu tive no sonho eram a razão de eu ali estar. Quanto a ela, foi apenas um ser inexistente que entrou na minha mente, ela não existia. Fiquei triste, e confuso porque nenhum dos meus sonhos tinha tido sentido, nada se ligava.
Apesar disso, até hoje penso nela, e o porquê de ela ter aparecido, será um amor inexistente que eu sinto? Como foi possível dar tanta importância a alguém que nunca existiu? A vida não passa de um sonho e de um pesadelo, onde neles, entram pessoas, e acontecem coisas. Na vida real, o Planeta Terra é uma cabeça, o que se passa dentro dele é um sonho/pesadelo e todos nós somos apenas alguém como ela, ninguém se conhece verdadeiramente no Mundo. Todos nós somos almas penadas, sem saber por onde andar…


Obrigado e peço desculpa por erros que possam encontram aqui no texto, não estou com paciência para corrigi-los, peço desculpa mais uma vez, obrigado, Francisco Patrício. *

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Dead love but still forever.

O olhar distante que eu via olhar-me, era a razão pela qual tudo estava assim. O medo conseguia facialmente apoderar-se de mim, e enquanto isso, eu esperava sentado num canto, escrevendo canções de amor. Verso a verso eram cem lágrimas caídas, cinquenta palavras escritas e mil perdões que pedia. Adorava usar Hipérboles nas coisas que escrevia, porque só assim as pessoas percebiam que o que ali estava escrito era mesmo forte, eu podia dizer que escrevi as cinquenta palavras num verso, mas na verdade escrevi sete ou oito, mas no entanto serviam como essas cinquenta, porque nelas, dava para perceber que eu sentia aquilo de verdade. Eu adorava ir para os campos de trigo e sentar-me na única arvore que lá no meio havia, sentava-me numa pedra que lá havia, pegava na minha guitarra e nas minhas letras. Ficava ali horas a compor as minhas músicas, sempre de lágrima no canto do olho, lembrando-me de ti. Fazia sempre muito Sol, um Sol insuportável. Mas houve um dia que, de repente, o dia ficou cinzento, coberto de nuvens, a natureza parecia estar a morrer, mas continuei o meu caminho, andei até à árvore, e toquei. Toquei e cantei o teu nome nos meus versos, já chovia, mas eu continuava. Chorei por ti nos meus versos, toquei o teu coração nas cordas daquela pobre guitarra, que todos os dias, levava com o meu sofrimento. Mas no fim, que ganhava eu, se tu já não voltarias a este Mundo?

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Suicide letter or...Love letter? ♥

“O mar estava eufórico, o vento era muito, os pássaros mal voavam, nuvens cinzentas e carregadas aproximavam-se da costa. Eu estava ali, numa falésia, sentado. Olhava para o Horizonte, e “não via” nada. Apenas via o mar, continuamente, nem sequer via “uma” América, nenhum pedaço de terra. Era estranho olhar para o Horizonte e não ver nada, sem ser Água e céu. Eu tinha ali um pequeno bloco e uma caneta. Aquele bloco estava branco, completamente vazio, e eu sei o porquê disso. Andava sempre a citar o que sentia nos blocos, até que arranjei outro de tão cheio que um deles ficou. Visto que já o tinha à uns dias, ele deva estar escrito, mas não, estava vazio porque dentro de mim, nada existia. Vazio, estava eu, sem memórias, sem recordações, escrever alguma coisa, era impossível naquele momento. Essa era a razão de ele estar vazio. Ao longo das horas passarem, ficava mais escuro, mas eu sentia-me bem, ouvindo o mar bater nas rochas a 20 metros abaixo de mim, sentia-me bem quando ouvia as pedras caírem quando eu mexia uma mão do chão e só passado uns segundos ouvi-las baterem nas rochas, sentia-me bem ao estar a um passo da morte, não por querer morrer, mas sim por me sentir completamente livre, de sentir adrenalina. Estar ali, era mesmo como estar livre, era ouvir o vento passar pelos buracos da falésia, fazendo aquele assobio que por vezes ele faz, era sentir o fresco esbarrar contra o meu rosto, era sentir o dia a cair e a noite a subir, estar ali, era tudo…menos estar contigo.

Neste momento de mim, só tens esta carta. Trata-se de o Amor que por ti senti-a e sempre sentirei. Diante este Horizonte pensei muito, sentado nesta falésia escrevi tudo. Escrevi as últimas gramas de Vida que em mim tinha, escrevi até não poder mais. Escrevi no Passado para puderes sentir o que eu senti naqueles momentos, para perceberes o que eu percebi, até te pedia que lesses esta carta sentada no mesmo sítio onde eu me sentei, mas agora já a leste. Sabes…deixei-me levar pela força da Natureza como me deixei levar por Ti, deixei-me cair da Falésia como me deixei cair por Ti, ambas as situações foram tão básicas e rápidas. Apenas aconteceram em vão...Foi em vão ter-te comigo, foi em vão perder-te e foi em vão cair lá para cima.
Não guardes esta carta como uma Carta de Suicídio, mas sim, como uma Carta de Amor.

Com muito Amor, de Quem te Ama.




"cair lá para para cima" - Morrer e ir para o 'céu'.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Touradas.

Vou escrever sobre um assunto que me incomoda bastante, deveria posta-lo no outro meu Blog visto que será um pouco opinião, mas postarei aqui, visto que tenho mais seguidores neste.


O Ser Humano já nasceu violento, também carinhoso, mas violento acima de tudo, passam-se anos e o que o Ser Humano faz agarra-se bastante ao verbo Destruir, e o que o Ser Humano cria é Destruição. Cada prédio, cada arranha-céus construído é mais um pequeno detalhe para destruir. Afinal, o Homem constrói e destrói. Sim, é isso, Nós somos mesmo assim. Mas no entanto, o Homem tem um elemento fundamental no corpo, chamado cérebro. Com esse órgão interno, o Homem desempenha as funções que quer, e que é capaz de desempenhar, porquê? Porque o Homem pensa. É isso, o Homem pensa. Mas o que me leva a escrever este texto, é outro assunto e não a destruição do Ecossistema, apesar de me incomodar imenso também.

À milhões de anos atrás ou mais, não sei bem, peço perdão, o Homem era um primata por assim dizer… Na altura o Homem não tinha prédios, não tinha casas, não tinha ciência, não tinha nada, nem sequer se adaptava ao modo de vida de hoje. Antes o Homem caçava, porque precisava de se alimentar, anos passaram e o Homem continuou a caçar, e muitos mais anos passaram e o Homem sempre caçou para comer. Antigamente quando existiam os Australopitecos, todo o Ser vivo era designado como Animal, não existiam os Seres Humanos por assim dizer. Mas apesar de termos sido primatas, pensávamos, se não, não chegávamos onde estamos hoje, não é verdade? O que eu quero dizer, é que, O Homem tornou-se num monstro, Os primatas/Homem Antigo caçavam porque era a lei da vida, a lei da sobrevivência, mas já nos anos recentes como por exemplo 1600/1700 d.c, o Homem já era diferente, o homem já se vestia, o Homem sabia falar e já começava a dominar muita coisa parecendo que não.

Enfim, desculpem o termo, mas o Homem tornou-se tão imbatível que, só tem feito asneira. O que me trás mesmo a escrever isto hoje é a violência contra animais. Os primatas quando caçavam, era porque precisavam, correcto…






 O homem mais recente também caça porque precisa de se alimentar, mas com o Homem mais recente, vieram por exemplo, as Touradas. Sim, Touradas, só pelo nome fico mal disposto.
Quando eu vejo uma Tourada penso… - O Primata tinha muito mais Juízo que o Homem actual. – E tinha, na minha opinião. Para mim, uma Tourada não passa de um abuso ao Mundo Animal, para mim Tourada não é uma tradição, não passa de uma estupidez que atrai fanáticos, que dá dinheiro, e no fim, Sofrimento ao Touro que é quem ali sofre. Em Espanha chegam a matar o Touro no fim da “corrida”, muito sujo na minha opinião. Gostava de sentar-me numa mesa com todos os que fazem Touradas e pergunta-lhes qual é o prazer que lhes dá, espetar pequenas lanças afiadas nas costas do Touro. Talvez gostassem se lhes fizessem o mesmo, não? Parabéns à Catalunha que a partir de dia 1 de Janeiro de 2012 proíbe as Touradas/Corridas de Touros, como lhe queiram chamar. 

Agora deixo umas imagens, para poderem reflectir sobre o texto


Parabéns à ultima fotografia, foi uma marcha contra as Touradas em Espanha. A sério, olhem para as imagem e pensem um bocado... O Touro não morre na Arena mas morrer lá fora, ou por falta de sangue, ou porque o matam...porque se pensarmos bem, ele já foi usado para o que queriam não é? É feio usar um Ser Vivo como cobaia.

Obrigado.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Insecurity without you

Larguei o que estava a fazer, fiz um cigarro, pousei os óculos, levantei-me e sentei-me na varanda. Que noite quente esta.
Acendi o cigarro, pousei os braços num pequeno “corrimão” que tenho na varanda no parapeito, ouvi o barulho silencioso da noite, não percebi do que se tratava aquele barulho, que na verdade era silêncio, não estou a escrever trocadilhos, estou a dizer o que ouvi. A noite está calma, eu também. Tentei olhar para o Horizonte no meio de tantos prédios, mas estava escuro de mais. Na varanda, reflecti sobre tudo e nada concluí, ia fumando um pequeno cigarro, ao qual eu questionava, porque tem que ser assim? Ele apenas nada dizia, estava ali como nada, apenas para eu o fumar. Só se via uma estrela no céu, que na verdade era Vénus, a “estrela” que mais brilha no céu, ou das que mais brilha. Olhando para o céu, questionei mais uma vês, porque te que ser assim? De lá, nada obti. Calculei que o Ser Humano foi criado para Amar e Odiar, calculei que o Ser Humano castiga quando quer, mas calculei também que cada Ser Humano tem o seu direito independentemente do que fez/faz. Já imaginaste a sorte que foi teres vindo ao Mundo? Todos nós dizemos que não temos poderes, porque para nós poderes é o que tem o Super Homem ou o Homem Aranha, mas pára pensar…Ter vindo ao Mundo já é um poder, falar é um poder, ouvir também, fazer, comunicar Amar, Odiar… Nós fazemos tudo, o que queremos mais? Por vezes queremos o poder de ser Amados, às vezes, eu quero… nunca estamos satisfeitos com nada por muito que digamos que estamos. Eu olhei pelo escuro Horizonte e vi que algures no Mundo esta mais alguém, gostaria de poder partilhar isto no meu momento. Gostaria de continuar a fumar o meu cigarro e reflectir ainda mais. Lá no Horizonte senti as tuas mãos, vi o teu olhar, e ouvi a tua voz, porque lá no fundo, apesar de não te ver, sabia que ali estavas, naquela direcção, aclamei-me a mim mesmo por nada ter feito, sei que foi correcto. Tudo na vida tem que ser correcto, mas também incorrecto, mas…Faz o correcto quando sabes que o que vais fazer pode vir a ser incorrecto e não faças o incorrecto quando sabes que vai ser correcto. Brilhaste no escuro, no escuro da minha mente. Finalmente acabei o meu cigarro, mas…estava tão bem ali sentado que preferi ali continuar. Pensei no que a vida tem para dar e no que nela perdemos. Pensei nas oportunidades que temos para sermos felizes e que desperdiçamos. Pensei nas oportunidades boas que temos mas que não aproveitamos, porque no fim sabemos que era melhor não ter sido assim, mas o pior disso tudo, é a saudade que deixa, a vontade que trás e o conforto que desaparece. Mas deixem, não será isso que nos deitará a baixo. Somos seres fortes, se não fossemos, não estaríamos aqui, neste Planeta.

Obrigado.

domingo, 8 de agosto de 2010

What Are You To Me...

Talvez ninguém me saiba responder ao que sempre pergunto, mais uma vez, algo estranho e forte me atacou. Ser invisível e quase impossível de partir, brinca comigo minuto a minuto, lembra-me bons momentos, mas também me faz pensar muito.
Se de ti trouxesse algo, seria algo que me fizesse sentir bem, obviamente também me faz sentir triste, mas num bom sentido. De ti trouxe algo, lembrança que esteve em tuas mãos, algo em que posso tocar e saber que lá tocaste, algo em que posso olhar e…te vejo olhar para mim, sorrindo constantemente, brilhando com os teus grandes e bonitos olhos. Sinceramente não conheço o que me afecta tanto, não conheço o que me faz sentir desta maneira em poucos, mas mesmo poucos dias. Se a tua voz me seguisse, estaria saturado, entraria em paranóia, sabendo que ali não estavas mesmo ouvindo-te falar.
Dei por mim a olhar para ti, em pé sozinho no quarto, de sorriso na cara olhando-te nos olhos, dizendo-te o que sentia. Com cuidado, guardei a tua foto, com um pequeno beijo de Boa-noite. Deitado na cama, reflectia, numa noite fria, imaginava teu rosto, sentia os teus abraços, pressentia teus lábios perto dos meus, sentia também a tua mão na minha, depois de me lembrar de termos comparado os tamanhos de cada uma, foi como se te tivesse dado a mão… Engraçado como pequenos pormenores fazem grande diferença.
Em ti encontrei algo que nunca tinha visto em alguém perto de mim…sinceridade, maturidade e confiança. Em ti vi beleza, tranquilidade, perturbação, medo, curiosidade, lágrimas, tristeza e felicidade. Acredita, se pudesse, ajudar-te-ia com tudo o que tenho para dar, faria te feliz, traria te tristeza, mas isso toda a gente trás, ninguém se torna perfeito. A minha vontade naquelas horas era passar-te a mão no rosto, pedir te para seres mais forte, abraçar-te e nunca mais te largar. Ter estado abraçado a ti, foi o melhor que me podia ter acontecido, sentir-te apertando-me, fazendo-me ficar sem forças para o fazer também. Custou olhar-te nos olhos depois de te abraçar sabendo que só te iria ver, não sei quando. Custou-me largar te dos braços, senti que te deixei fugir de mim, custou ficar parado e ver-te sorrir indo embora, doeu ver-te virar costas e seguir caminho. Fiz o mesmo, não esperei nem mais um segundo, mas sem resistir, virei-me para trás e fiquei-te a olhar, não muito tempo, mas fiquei, sem coragem para te chamar só para te olhar mais uma vez, fui-me embora de vez. Andei pelas ruas a imaginar-te, sabendo que estava a respirar o mesmo ar que tu. Não foi caso para me cair uma lágrima, porque estava feliz demais para isso, apesar da lágrima estar dentro de mim. A felicidade combate a minha tristeza felizmente.
Peço-te perdão, agradeço-te, sinto a tua falta, quero que sejas feliz, como alguém disse, nunca se sabe o dia de amanhã. ♥ 

Obrigado, e peço desculpa por não postar há algum tempo.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Why?

Nunca sabes o que fazer da vida, tornas-te triste, algumas vezes herói, passa tudo de uma ilusão, na realidade, somos todos meio-termo no meio duma "Bola" flutuante dentro dum espaço infinito. Dizes que somos os únicos neste espaço, mas na verdade somos o futuro dos seres vivos, noutros sítios existiram mais como nós, não és mais que ninguém, não somos ninguém, apenas somos alguém para a nossa humanidade, mas dentro da humanidade deixas de existir pois és igual a todos. Ficaste confuso? É normal, o ser humano já é um código.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Rebellion

Porque na tua mente a tua consciência era nula, o teu olhar limitava-se a meros movimentos que nem sequer mostravam a alegria ou o sofrimento que tu passavas, a tua voz, era a secura do milénio, os teus movimentos surgiam de forma lenta, como se estivesses no espaço, lentamente e de maneira seca. Pelas tuas palavras eu me seguia, senta fortemente o paladar de cada uma, umas doces, outras amargas, a tua pele reflectia todo o amor que por ti eu sentia, o teu abraço reflectia todo o amor que ambos sentíamos. Ter-te nos meus braços era firmeza do que eu tinha, era saber que estava seguro, saber que nada e mais nada nos iria separar de um modo geral. Era saber que o teu olhar era magia e que a tua voz corria Quilómetros para subir à montanha mais alta só para eu saber que do teu coração, vinha toda a alegria. O teu saber predominava a minha ideologia quanto a nós, tinha sempre medo disto e daquilo, mas tu sabias, e sabes, sabes sempre, e acertas sempre. A tua vida estava a terminar num abrir e fechar de olhos, a tua sabedoria não sabia curar o que te afectava, lembro-me dos teus bonitos olhos a dizerem-me tudo o que sempre disseste…a darem-me na cabeça pelos erros cometidos, a chorarem por nós, a relembrarem-me de tudo. O teu ciclo vital iria ser recordado mas iria ser demasiado curto. Se talvez houvesse um amor possível de trazer alguém à consciência real…

Sempre me segui pela tua vida, eras como um cão de guia para um cego em que o cego era eu, o ingénuo era eu até aprender contigo que a vida não se suporta com simples toques averiguações do mal e expansões do bem. Pois se a vida é por vezes tão má. Como sabemos separa-la aos bocadinhos para que fique boa? Se calhar é tão impossível como uma pessoa respirar dentro de água. Na minha escrita descrevo a revolta de uma vida normal, a revolta da perda e a revolta da ganha, descrevo a revolta da amizade e do Amor, a revolta do saber e do não saber, a revolta da ignorância que todos temos, a revolta para com os coitadinhos que de coitadinhos não têm nada, a revolta dos que têm tudo e nada fazem, a revolta dos que OUVEM e calam. A revolta dos que sentem que nada sabem porque não podem, a revolta dos toxicodependentes que libertam a sua alma por químicos artificiais ou naturais, a revolta dos que se suicidam, a revolta dos que simplesmente, não dão valor à vida, porque não a sabem viver. “Precisas de dinheiro para viver.” – deixa lá, eu vivo a minha vida com 1 Euro por dia e por vezes nem tanto, tenho tanto amor e amizade a rodear-me a cada desses dias. As vezes posso ficar triste por querer algo e não consegui-lo, mas também só não o consigo porque preciso de dinheiro. Sinto a Revolta com R “GRANDE” dos que deprimem por não ter um tostão e a Revolta dos que não ajudam porque não têm coração. Revolto-me por tudo acontecer e por nada acontecer, simplesmente revolto-me, como vocês também. Será possível passar um dia da minha vida sem um pingo de Revolta de alguma situação?


Se da tua luz eu me alimentar
Então irei morrer,
Pois essa luz está a acabar.
Sou uma flor que se expõe demasiado
Criando laços e conflitos
Caminho em direcção ao nada,
Apenas em espaços e labirintos.

Francisco Patrício, Obrigado. 

sexta-feira, 21 de maio de 2010

O extremo da vida

No extremo da vida tu perfuravas tudo aquilo que era criado. Nunca acreditaste na verdade de todo o Mundo, não acreditaste que o Sol brilha e que uma nebulosa nasce, pensaste que estavas num Mundo que era nosso, pensavas a Terra vive de nós quando somos nós que vivemos dela, sofreste consequências disparatadas, não acreditaste que uma estrela cadente é um pedaço de rocha vindo do vácuo do Universo, como podes acreditar em ti se não acreditas que o Homem pisou a Lua? Como és capaz de gostar de animais se pensas que a espécie Humana domina e manda? Como queres saber como funciona o ciclo da vida se nem sabes o que queres da tua? Não tens noção da tua capacidade de futilidade quando me mandas à cara que o fútil fui e sou eu. Nem sequer sei para quem escrevo, estas palavras são dirigidas ao nada, mas sinto que servem de alguma coisa e que são para alguém, talvez estou a escrever para tanta gente que me rodeou na vida…tudo num só texto, tudo num só sentimento.

Como me mandaste à cara que fui criança quando não tinhas argumentos sobre a tua incapacidade de explicação? Talvez…não sei. Cria(ram)ste o buraco negro que existe dentro de mim, o espaço sem nada dentro da minha mente, o espaço que absorve tudo o que eu digo e tudo o que eu grito no meu quarto…tudo o que eu parto e tudo o que eu mato. O que é que eu mato? A tua falsidade para comigo, sim, mas preferia matar a tua ignorância para connosco. Preferia que a vossa e a minha desse certo, preferia que a Ciência fosse mais precisa no que estuda, preferia que a Religião não abdicasse dos seus crentes com falsidades, preferia que a Amazónia não fosse alvo de desflorestação, preferia também que a Apollo 13 não tivesse falhado a sua missão, eram mais informações básicas para a sociedade Humana do que está para lá da Atmosfera, preferia que Homens fúteis não fizessem desporto matando animais, preferia que… e vocês, preferem o quê? Eu ainda preferia não ter que passar a vida num escritório e preferia sim, seguir mundo fora de mochila às costas. Preferia que todos vocês não vissem este texto como uma inversão de marcha. Todos somos do século vinte e um e custa-me ver pessoas jovens que não ligam a nada do que aqui escrevi, apenas querem sair, festas, bebida e tabaco… e o Mundo fora? Nenhum de vocês se importa com o que o Homem vai fazendo a este globo azul em que vivemos? Ninguém pesquisou sobre quanto mais tempo durará o Sol? Se calhar quase ninguém sabe que o Gliese 581 c é um dos planetas mais parecidos à Terra e que poderá ser um dos próximos futuros da Humanidade…se calhar há quem não saiba que o Lince Ibérico está em vias de extinção. Preferia muito sinceramente, que as pessoas se preocupassem com o Mundo, pois se cá estão, há que ter o mínimo respeito por ele. 

Foto minha. * Obrigado e desculpem por postar menos.. falta de tempo! 

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Amor? desconheço.





Da complicada reacção que resultou de nós, nada sobrou, mal olhavas para mim, pois, afinal, talvez nada houve da tua parte. Queria-te pela beleza que me transmitias, pela sensibilidade que mostravas ter, pela mais simples expressão que criavas a partir do teu sorriso e a partir da tua tristeza. Sonho um dia poder a vir sentir ambas essas expressões, quero um dia poder pôr-te feliz, e ficar feliz por estares feliz. Talvez a felicidade seja um labirinto de sensações no qual nos perdemos por completo, mas pouco me importa, quero ter-te nos meus braços, agarrar as tuas mãos, nunca mais as largar. Quero olhar-te nos olhos e ler o que pensas disto, quero beijar tua testa com carinho, lá os meus lábios te dirão que tudo é nada e nada é tudo, gritarão na tua mente sem eu movimentar um pingo deles o quanto lutei por ti, os meus olhos vão derramar pensamentos que tive, a minha voz vai citar asneiras que fiz, o meu tremer vai mostrar que tudo o que queria, eras tu.
Talvez já citei de mais por ti hoje, mas pelos corredores do meu dia te vi, e a tua luz me abriu espaço para pensar e reflectir. Senti a frescura como se estivesse a beira-mar, chorei por dentro por não ser corajoso.
Levaste a minha alma para o teu clima, fizeste-me ser mais apreciador, mandaste-me lágrimas de volta, gritei por ti, falei para ti, pensei contigo, fui sem ti, e no fim do dia, vejo-me sozinho e que afinal, não te tenho.

Sinto o desgaste de hoje ao longo do meu corpo,
Sinto-me como algo morto
Sem qualquer reacção, não tomo atenção
Perco-me bastante, a todos os minutos,
No teu         pequeno Grande      coração.
Não sei se preciso de tomar uma decisão,
Precaução, ou se preciso de ter mais precisão,
No que digo, sinto e mostro ser.  

Quero-te somente, necessito-te claramente,
Fala-me de ti, entrega-te a mim,
Corre comigo, sonha comigo, ama-me
Enquanto eu te amo a ti.
Junta-te ao bem saber da minha voz,
Agrada-me, desenrola-me destes nós,
Parte para mim, faz-me acreditar,
Olha-me nos olhos, deixa de me evitar,
Perde o medo de me ver, perde o medo de falar,
Ganha necessidade de me ver, de me ter, falar.


Ganhei coragem por te escrever isto, mesmo sabendo que não o vais ler. Tenho o valor exacto do meu sentimento, mas na realidade, não sei de nada, e não tenho coragem para nada, vivo preso no mesmo labirinto de sentimentos de sempre, vivo sempre à espera que venhas ter comigo, vivo na esperança que um dia voltes a virar a cara para me olhar fixamente nos olhos, sem medos e sim, com olhos de ver, com olhos de paixão, clareza e sensatez.

Afinal, quem és tu? Nem sequer te conheço.

Obrigado. 

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Para além de nós.

Já estava habituado a tudo aquilo, nada era como antes. A tua cara já escapava ao meu olhar e a tua voz já fugia dos meus ouvidos. O universo apontava-me estrelas à noite, deitava-me sobre o terraço e olhava. Dizia - ali esta a Via Láctea! - nada difícil de se ver, até era bem visível a olho nu. Naquele dia, enquanto olhava para o céu pensava - Quem me dera um dia chegar lá a cima e ver tudo isto fora daqui - Todos nós gostávamos de ser Astronautas, mas capacidades para isso? Depois de muito dizer que lá gostava de ir, lembrava-me que são os poucos que o conseguem, e mais uma vez pensei e perguntei... - Que somos nós aqui? Um ponto minúsculo talvez, como todos os que vemos no céu - e dizia para mim que todos devíamos de ter oportunidade de lá ir um dia, de ver tudo aquilo a flutuar na imensidão da escuridão. Na vida, somos todos uns mais que os outros, uns conseguem umas coisas outros não, uns podem, outros nem por isso.
Foi a primeira vez que olhei para as estrelas e vi que cada uma me dizia algo. Foi a única vez que estava mesmo farto de onde estamos, farto desta 'Bola' cheia de fumo, carros, prédios, porcarias e tudo que sinceramente não faz cá falta, o que é muita coisa. Este texto está aqui mais para me deixar exprimir o que tenho sentido, o que tenho querido, o que tenho e o que não tenho, o que quero e não tenho. Sinceramente este texto esta com uma fotografia do Universo focada na minha mente, o quão bonito é ele, não é? Tanta vontade de um dia lá chegar, mas não passa tudo de Ciência, talvez daqui a uns duzentos anos toda a gente poderá ir 'ali' ao espaço por cinquenta euros. Hoje já se pode, mas custa milhões, como eu disse - " uns podem, outros não" - e se assim for daqui a esses tais anos, toda a gente poderá ir dar um passeio lá a cima, ver o que realmente é bonito. Hoje estou mesmo num dia de desabafo com quem vier. Mas para não fugir à regra do meu Blog (este) vou criar um outro Blog, mas será de Texto de Opinião. Continuarei com este obviamente. Apenas Crio textos da minha opinião num, e o habitual neste.

Deixo vos um pequeno trocadilho de palavras (para não fugir à regra deste Blog, visto que hoje foi mais um desabafo que outra coisa qualquer) que fiz a bocado:



Talvez a verdade fosse demasiado sinistra para ser reconhecida. 
Talvez a minha vida estivesse perdida
Entre minúsculos pedaços de amor,
Entre grandes pedaços de dor, ilusão e paixão.

A minha vida era a reflexão de algo,
Algo facilmente destrutível,
Talvez algo dificilmente visível.
Honestamente algo totalmente irreversível.  



Francisco, Muito obrigado! *

segunda-feira, 29 de março de 2010

Love

Voz seca, olhar frio
Pouca fieldade, sentimento sombrio.
Acostumado a magoar, perdoado até nada sobrar.
Perito em contentar, jurado até para sempre durar.
Livre de tudo, cheio de nada, vazio muitas vezes,
Gigante para sempre, duradouro certas vezes,
Constrangedor, animador, forte, fraco,
É quem aclama vitórias, é quem reclama memórias.
É quem nos dá força, é quem nos desgasta,
É quem o coração nos rasga, e quem por vezes o sara.
Talvez é quem nos perdoa, e quem nos mata,
Quem nos é falso, e quem nos é verdadeiro.
É quem por nós tudo faz, e quem de lá tudo trás.
És tu Amor, quem nos consome toda a vida,
Provavelmente, é mais uma perdida entre todo o Universo,
Onde pelo Universo corre mais um verso,
Verso esse disperso por um sopro seco sem qualquer significado,
Significado esse, totalmente levado por Ti.


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Only for you

Se não fosses tu não iria sempre aquele sítio, todos os dias da semana, todas as noites na minha cama. Todos os pensamentos que tinha, e todos os sonhos que não tinha falavam-me de ti, contavam-me quem eras, sim, quem eras…para mim. -Que sorriso tão lindo!-, Exclamava eu para amigas minhas, entre risos, bocas e brincadeiras eu continuava a dizer que tinhas um lindo sorriso. O Amor não escolhe idades, não é mentira nenhuma, mas a Sociedade de hoje em dia, escolhe. Constrói argumentos, controla, fala, critica, fala, controla e critica. Se puder ser e houver um espaço, controla, critica e fala mais uma vez. Coisa que as pessoas fazem, quando não têm nada que fazer. Obrigado Amor por não escolheres idades, mas neste momento não serei capaz de te juntar a mim e lutar por ela.




Talvez um dia te diga
Que o que sinto por ti
É apenas um sentimento que manda em mim.
Dizem que Deus castiga
Mas pouco me importa
Não quero mais nenhuma briga
Apenas te quero a ti
Só tu me tiras desta revolta.

Talvez se um dia ficares comigo
Sejas o meu abrigo
A minha razão de viver
A única razão para não te perder.
Quero que leves o meu coração ao limite
Mas por favor, não percas o que ele te transmite.


Mas se não ligar ao que os outros dizem e seguir em frente? Talvez um dia passe novamente por ti, e te abrace, talvez um dia te veja sentada como vi hoje, sozinha, sem ninguém à volta, e te vá dizer ao ouvido... que hipóteses de coragem existem para fazer tal coisa?

Se vir em ti a luz que procuro, atravessarei o túnel para te agarrar, custe o que custar.


Estou sem net, logo, não sei bem quando poderei
 vir postar mais, peço desculpa pela demora deste poste,
 mas cá está! 

Ly all. *

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

O Amor.

Se tanto corri e senti, já muito fiz e perdi,
De tantas tentativas e perspectivas
Nenhumas foram concebidas,
Nem sequer esquecidas.
Demasiado fornecidas e consecutivas,
Pouco definidas e construtivas.
Palavras e atitudes destrutivas
Sentimentos e gestos quebrados,
Dois amores seriam agora separados.
Dois olhares vidrados teriam agora de partir,
Sem Sorrir ou usufruir, do mais belo sentimento,
O Amor.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

maze


Perco-me no labirinto que crias ao caminhares sobre os laços da minha vida, vou percorrendo esse labirinto como uma máquina, pois só descansarei quando te encontrar. Oiço-te cantar, mas a tua voz é muito rápida, propaga-se como se fosse mais feroz que uma onda violenta, sinto-a rasgar como um leve e velho tecido, sinto o eco que faz ao bater na porta do meu coração. Quanto mais cantavas mais eco fazias no meu coração, mais ansioso me deixavas. Tudo à minha volta era infinito, nada brilhava, não existiam dois sóis para me guiarem, nem sequer um! Apenas existia o percorrer do meu medo por entre tantos caminhos, e o teu divertimento ao fugires tanto de mim. Conseguias mirar-me sem eu te por o olhar em cima, conseguias enganar-me e perdoar-me a cada palavra injusta que eu dizia…

A tua ferocidade entrelaçava-se com a minha, chocando e criando mil faíscas onde uma saía vencedora e dominante, o problema é que apesar de um de nós dominar, nunca havia o devido respeito. Destruíamo-nos um ao outro sem sequer dar-mos conta…frágil já tu eras, num monstro tu me tornavas, parecia que fazíamos contas à vida, sem sequer termos juros pendentes. O teu erro dominava-se pela traição o meu pela perdição que tinha por ti…

Chego ao ponto único do teu labirinto, estranho era, estava dentro de caminhos que nem sabia como tinha atravessado! Finalmente os dois a sós, finalmente podia retirar o desejo de te ouvir ao pé de mim, de te tocar, de te olhar de perto, eis que quando desapareces nas impurezas do ar, ficas desfeita em pó e o teu vestido cai sobre o chão, tal e qual como nos filmes.

A minha mente não passava de uma ficção…


Maze = Labirinto, Obrigado*

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Islamismo



Afinal, o que é a Religião? A Religião existe em todo o Mundo e cada cultura têm a sua Religião, e na Religião, temos Deus, para alguns, para outros temos Alá. Enfim, vai dar tudo ao mesmo para mim, pois acredito mais na Evolução do que na Criação. Mas cada um tem a sua opinião quanto a umas certas coisas. Continuando a observação, se Deus existe tem que haver uma razão, como também há uma razão para ter “existido” Adão (que segundo o Alcorão foi o primeiro Homem a seguir o Islamismo, visto que o vou referir mais abaixo) e Eva…ou não. Se Deus faz milagres e ajuda, porque razão é que os seus seguidores mudam o rumo do caminho que Ele começou? Na Bíblia cita que Deus quer Paz e Amor, nada de guerras e conflitos logo, quem O segue, deveria de criar a Paz e elevar o Amor, e evitar Guerras e Conflitos.

Observei umas fotos que se passaram no Islão, que segue o Islamismo (quase toda a gente, se não toda), em que um pequeno rapaz de 8 anos tinha sido condenado por estar esfomeado e roubar um pão para se alimentar. Ok, até o podiam condenar a X anos de prisão quando completasse a idade adulta, ou mandavam-no para uma escola de correcção. Se Alá (neste caso Alá e não Deus) existiu/existe para procriar a Paz e o Amor, com certeza que não iria condenar um rapaz faminto de 8 anos por ter roubado um pão. Então, o pobre do rapaz, foi condenado a ficar sem braço, de uma maneira dolorosa e nojenta (peço perdão pelo termo), em que teria que estender o braço sobre uma pequena toalha e de seguida uma carrinha teria que passar por cima do seu braço, até esmaga-lo. Enquanto isso, seguravam o braço do pobre rapaz, para que ele não o tirasse. Segundo o que li, tudo isto foi feito EM NOME do Islamismo. Com tanto documentário que já vi e pesquisa que fiz sobre o Islamismo, o Islamismo não requer Dor nem Estupidez. Observem bem a foto e dêem a vossa opinião.


Obrigado. *

sábado, 9 de janeiro de 2010

With you, or alone?


E era a simplicidade do teu olhar que me tirava a visão…que me incendiava o coração, as veias, os pulmões, tudo…trocavas-me ideias, fazias-me citar frases epopeias, palavras épicas cheias de ternura e frescura que levitavam sobre o teu corpo, enquanto tu olhavas para elas, com um ar de quem queria agarra-las, suga-las e deixa-las dentro de ti, como se fossem um gravador, que exprimia alguma felicidade e alguma dor. Nas lágrimas que eu drogava de amor tudo valia, desde a cicatrização ao ardor, da violência à caridade, da evidência da monstruosidade que lá permanecia. Nada de felicidade, tudo de tristeza, a não ser que erguesse a cabeça. Imaginava-te no palco, com a sala escura, apenas de holofote em ti, e imaginava o poema da tua vida que citavas para o púbico, que de certo, eu. Eu ouvindo-o e tu declamando o poder da vida, a nossa barreira, e a futura vitória que se estenderia pela nossa glória. Era ofuscante olhar para ti naquele momento, não pela densa luz do holofote que te cobria, mas sim pelo brilho imenso que emitias. Mas no meio desta aventura no papel, nesta certeza que tenho quando escrevo, no balanço que tenho em escrever isto, pergunto-te, porque omites ou escondes tu o amor que sentes por mim?

E os lábios vermelhões que mostras ter, as lindas feições da tua cara que Deus te deu a ver, a perdição que cresce em mim quando foco em ti, a certeza do sentimento, digo-te, nunca te menti…porque eu amo-te e se eu te amo, por ti esperarei mais um ano, ou uma vida, visto que esta poderá ficar perdida, como uma alma sem calma, sem mente e sem força, uma alma presa no céu e no inferno, ou melhor…no amor e no ódio. É Algo que vive só, sem nada, sem ninguém, não aqui, mas sim no além.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Why not? Try one more time.


Porque naquele dia, lá achei de novo que conseguiria, mas não, sempre me traíste a confiança. Sempre pensei que eufemismos não passavam de hipérboles, pois sempre abusaste da minha realidade, tudo o que e disseste caía na mentira, apesar de acreditar em cada palavra que citavas. Corava com tudo o que me dizias, e chorava por ver que afinal, continuavas igual. Lutava contra uma Ironia da minha mente, jurava mais uma vez, não voltarei a fazer isto. Caras que me traziam ódio, pessoas que me levavam ao ponto mais alto da raiva que se encontrava no meu corpo. Aquela pessoa, tirava-me do sério, suas palavras rasgavam-me os olhos, cascatas caíam sobre eles, e mais ardor tocava neles. Os meus gritos que desfaziam as minhas cordas vocais, ouviam-se na vida do outro mundo. No meu quarto desarrumado e isolado tudo era imperfeito, tudo era rasgado… o meu coração também, estava mesmo desfeito em bocados. Ácidas já eram as minhas lágrimas, que queimavam o papel, onde geralmente escrevia. Tremia por todo o lado, e tinha olheiras dolorosas.

Não me segurava mais, só te pedia que esperasses mais uns dias, meses, anos, sei lá, só queria que esperasses por favor. Porque eu sabia que te ia agarrar, fosse quando fosse, um dia eu chegaria ao meu destino e sei que te iria dizer ‘Olá’, e ao virares-te eu iria sentir a maior felicidade que já alguma vez teria sentido.

Tudo isto não passavam e passam de sonhos, que mesmo assim sempre fiz e faço para que fossem e sejam realizados.